quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Milhares de assembleiano prestigiam a cantata de natal no centro do Recife

A Assembleia de Deus em Pernambuco realizou, na noite deste sábado, a Cantata Adoremos, em frente ao Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no Derby. Milhares de fiéis da igreja lotaram as iluminadas dependências do quartel num culto de adoração e louvor a Deus pelo nascimento de Jesus.

A cantata teve a participação dos músicos e coristas dos grupos do Templo Central da igreja, componentes do Coral Jovem, Doce Harmonia e Filadélfia.

O culto, dirigido pelo presidente da IEADPE, pastor Ailton José Alves, reuniu caravanas de vários bairros do Recife e teve transmissão ao vivo da Rede Brasil de Comunicação através das rádios espalhadas pelo Estado e do canal 14 (no Recife) e 06 (no interior).

A palavra reflexiva, proferida pelo pastor Ailton Júnior antes da apresentação musical, enfatizou que o sentido do Natal está no nascimento de Cristo, e isso já havia sido vaticinado pela Bíblia muito antes de Ele nascer. “As promessas registradas nas Sagradas Escrituras nos mostram que Jesus nasceria, e é issoque enfatizamos. O Natal não é Papai Noel, compras ou panetones, o Natal significa o nascimento do nosso Salvador”, enfatizou o pastor.


A cantata foi conduzida pelo maestro Genilson Luiz, do Templo Central. Na apresentação de pouco mais de 45 minutos, foram entoadas canções que contavam a história do nascimento do Messias, em Belém da Judeia.

Após o musical, o pastor Ailton agradeceu a presença da multidão (estimada em 20 mil pessoas) e homenageou as autoridades presentes ao evento.

O coronel Antônio Carlos Tavares Lira, comandante da PMPE, destacou a grandeza do trabalho realizado no Derby. “Nós, da Polícia Militar, nos sentimos honrados por receber um culto tão maravilhoso e ouvir uma orquestrae um coro tão perfeitos”, falou o coronel, que também é membro da Assembleia de Deus. 

Veja algumas fotos
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fonte: http://kedsonni.blogspot.com/

Os 7 Espíritos de Deus



OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS

Do trono saíam relâmpagos e trovões, e havia sete lâmpadas que nunca se apagam, pois elas são alimentadas pela glória do todo poderoso, sendo elas os SETE ESPÍRITOS DE DEUS, não que Ele tenha sete Espíritos, mas que seu Espírito tem a formosura da perfeição eterna. Quem é o Espírito de D’us senão o Espírito Santo que na bíblia é chamado de o Espírito de D’us, o Espírito da vida, o Espírito do Senhor, o Espírito Excelente, o Espírito Santo. Sim! Ele estava ali, sendo adorado, pois Ele é D’us, e sendo Ele um D’us perfeito, deve ser buscado por cada um de nós. Então com muita simplicidade e reverência eu lhe mostrarei o que aprendi com a bíblia sobre ter, o buscar e o alcançar, OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS.


Gostaria que o amado irmão leitor tivesse a maior reverência ao ler esta mensagem, pois para mim o fato de falar do Espírito de Deus é algo que me estremece o coração. A bíblia diz que certamente o Senhor D’us não fará coisa alguma sem antes ter revelado aos seus servos, os profetas (Am-03:07) e profeta é aquele que dá ouvidos ao que D’us fala e fala o que D’us manda, e eu sou um profeta de Deus.


 A REVELAÇÃO


Não se pode separar Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, Ele é Trino. Quando João vê o trono de Jeová, ele esta contemplando o Deus trino, na grandeza de sua glória, na excelência de seu poder, e na sua total majestade.


A bíblia é sim escrita por homens, e graças a Deus por isso, pois somos a imagem e semelhança dEle, mas estes homens só puderam escrever sob a inspiração do Espírito Santo, então e escritor é o Espírito Santo. O assunto central da bíblia é Jesus, o autor é Jeová e o escritor e o Espírito santo. Quando os olhos do apóstolo João contemplam o Eterno ele se lembra das palavras do profeta Isaías, que em um momento de inspiração celestial nos revelou OS SETE ESPÍRITOS DE D’US, ao falar da pessoa de Jesus, com as seguintes palavras:

Isaias-11: 02

E repousará sobre ele o ESPÍRITO do Senhor, o ESPÍRITO de sabedoria e de inteligência, o ESPÍRITO de conselho e de fortaleza, o ESPÍRITO de conhecimento e de temor do Senhor.

Estes são OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS que João viu:


a) O ESPÍRITO DO SENHOR


Este o que concede as habilidades para um Rei, ser Senhor é ser soberano, é ter domínio da situação, é viver no senhorio de sua vida, é não se curvar aos prazeres da carne, e aos encantos de satanás.
 
b) O ESPÍRITO DE SABEDORIA


Este o que traz o conhecer sem ver, ter a resposta antes da pergunta, é ser sábio tanto no pensar quanto no falar ou no agir. Só o Espírito do Senhor pode nos levar em excelência a algum lugar. Foi o que Salomão pediu, e foi o que ele teve.

c) O ESPPÍRITO DE INTELIGÊNCIA


Este o que da capacidade para desenvolver estratégias, capacita à mente para discernir qual caminho seguir, tomar a decisão certa nas horas mais incertas, ter percepção de tudo. Se a sabedoria dá conhecimento, a inteligência dá capacidade.


d) O ESPÍRITO DO CONSELHO


Este é o que tem a boa palavra, a palavra que produz vida, aquela que se dá sobre o que convém fazer, é o juízo, o ensinamento, é o fruto que produz vida.


e) ESPÍRITO DE FORTALEZA


Este é o que dá energia, segurança, é virtude dos fortes, qualidade de ser forte, traz constância, solidez ao justo. Estabelece os fundamentos para o firmamento, e assim estarmos prontos para o dia da luta.

f) O ESPÍRITO DE CONHECIMENTO


Este é o que dá a experiência para o discernimento, consciência de si própria, este é o que tem a instrução a perícia a cultura. É o que nos capacita para não cometermos o mesmo erro duas vezes.


g) O ESPÍRITO DO TEMOR


Este é o que dá o sentimento profundo de reverência ou respeito, também o zelo e a pontualidade. Este nos prepara para nos aproximarmos de D’us, e nos colocarmos na condição de adoradores.


 CONCLUSÃO


Este era o ministério de Jesus, e depois também o ministério do Espírito Santo, mas pode ser visto na vida de alguns cristãos ainda hoje. Se não for o seu caso busque OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS para a sua vida, e verás a diferença entre aquele que serve a Deus e aquele que não serve a Deus (ML-03:18)

Fonte: http://olizaniaisrael.blogspot.com

domingo, 26 de dezembro de 2010

Agenda de 27/12/2010 à 02/01/2011

Segunda-feira - 27/12 - Culto Jovem às 19:00h
Escalado: Escala específica para preletores de Culto Jovem
Órgãos escalados:
União de Adolescentes Nova Aliança
Toda MOCIDADE

União de Adolescentes da casa de Laércio

Círculo de Oração durante o dia - Escalado: Pb. Horácio Paulo

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Terça-feira - 28/12 - Oração para Mocidade 19:00h
Dirigentes: Guimar França e Vasti Barbosa
Órgãos escalados:
Discipulado
Grupo Novo Alvorecer
TODA MOCIDADE
Campanha Evangelizadora

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Quarta-feira - 29/12 - Campanha Estadual de Oração - Culto de Oração às 19:00h
Escalado: Pb. Kerginaldo Paulo da Silva
Todos os órgãos estão escalados

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Quinta-feira - 30/12 - Culto pela Campanha Evangelizadora na casa da irmã Ozenir

Escalados: Rosiel Oliveira e Andersom Fernandes

A Campanha Evangelizadora sai normalmente às 19:00h

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Sexta-feria - 31/12 - Vigília de Final de Ano das 21:00h às 00:00h
Escalado: Pb. Kerginaldo Paulo
Órgãos escalados:
TODOS OS ÓRGÃOS DE LOUVOR ESTÃO ESCALADOS



FELIZ ANO NOVO PARA TODOS. QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO-NOS NESTE ANO QUE SE INICIA. FELIZ 2011!!

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Sábado - 01/01/2011 -  Culto pela Campanha Evangelizadora - local a definir

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Domingo - 02/01/2011

*Manhã - Escola Bíblica Dominical

Lição 01 - Atos - A Ação do Espírito Santo Através da Igreja

*Tarde - A Campanha Evangelizadora ainda não divulgou se irira sair a campo.

*Noite - Culto de Pregação
Escalado: Ax. Givanildo Hermano
Órgãos escalados:
Coral Vozes de Jerusalém
Discipulado
União de Adolescentes Nova Aliança
Conjunto Musical Philadélphia

Mensagens que edificam - Pr. Ailton José Alves - Abraão volta ao Egito

Mensagem ministrada pelo Pr. Presidente das Assembléias de Deus em Recife PE.

Como sempre o nosso Pastor nos traz toda segunda-feira no Templo Central uma palavra da parte de Deus para todos nós.

Após ouvir a mensagem deixe-nos seu comentário. É muito bom ter sua participação.

Que Deus continue abençoando mais a mais a todos vocês.
 
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Subsídio Lição 13 - Se o meu povo orar

Todos os propósitos se cumpriram; a tarefa árdua se completou; Salomão...

LEITURA EM CLASSE 2 Crônicas 7.11-18

INTRODUÇÃO
I. A Necessidade de se humilhar e buscar a Deus
II. A Necessidade de arrepender-se e converter-se
III. As respostas divinas às atitudes do povo

CONCLUSÃO

COMENTÁRIO DE 2 CRÔNICAS 7.11-18

7.11-18

Todos os propósitos se cumpriram; a tarefa árdua se completou; Salomão havia realizado o seu dever e o seu privilégio. Ele tinha terminado sua obra monumental visando a glória de Yahweh. Cf. Is 21.4; II Cr 8.6.

...Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva. ...Entre as armas que havia à disposição de Yahweh para punir um povo pecaminoso estavam as desordem da natureza. Um povo agrícola que vivia em uma terra circundada por desertos dependia, de modo absoluto, da chuva. Os tempos modernos não mudaram muito essa dependência. Até nossos extensos sistemas de irrigação dependem das precipitações, ainda que deem às águas da chuva uma distribuição mais ampla... Visto que se pensava que Yahweh controlava as condições atmosféricas, mediante intervenção direta, também se acreditava que o pecado poderia reverter esse curso. A pestilência era outra arma divina contra o pecado, e a antiga e familiar praga dos gafanhotos representava outra temível ameaça.

...A oração de arrependimento, feita com humildade, pode curar qualquer praga e fazer cair as chuvas. Foi Yahweh quem disse isso. Ele atenta para o Seu povo (ver 2 Cr 6.33; Amós 8.12 e Jr 14.9). Mas o povo de Israel precisava pôr-se em movimento, inspirado pelo arrependimento. Eles tinham de buscar o rosto de Deus (cf. Sl 24.6; 27.8). Tinham de abandonar seus caminhos ímpios, o que serve de evidência de um verdadeiro arrependimento. A questão não pode ficar sob a forma de palavras e promessas. A conduta precisa ser modificada. Ver Os 6.1; Is 6.10; Jr 25.5. Os olhos de Yahweh (ver o v. 15) estão pesando a situação. Ele está olhando em busca de evidências de modificação; e imediatamente responderá a qualquer mudança para melhor. Cf. 2 Cr 6.40. E então o Senhor curará a terra e o povo (ver Sl 60.4). Há menção a coisas similares em 2 Cr 6.21-31, onde encontramos elementos da oração de Salomão, quando ele antecipou tais retrocessos. As calamidades podem ser curadas se Yahweh ficar satisfeito diante do que vir e ouvir. A conduta é muito importante, muito mais que meras orações e promessas.

Texto extraído da obra: “O Antigo Testamento Interpretado, versículo por versículo” de R. N. Champlin. Rio de Janeiro: CPAD. 

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Subsídio Lição 01 - A Ação do Espírito Santo Através da Igreja

Texto Bíblico: Atos 1.1-5
Texto Áureo: At 1.8

Introdução

Na introdução desta primeira lição de 2011, encontramos uma citação de John Stott, feita pelo pastor Claudionor de Andrade, que cabe um breve comentário: "A leitura de Atos não deve levar-nos a uma idealização da Igreja primitiva, como se ela não possuísse nenhum defeito [...]."

Assim como em qualquer outro livro da Bíblia, a realidade não é mascarada. Desta maneira, as virtudes e os defeitos de personagens, comunidades e povos são manifestos. Em Atos a Igreja vivencia momentos de glória, poder e crescimento, mas também, momentos de dificuldades internas e de perseguições externas. O texto de Stott (2003, p. 10) diz:
"[...] precisamos ser realistas. Existe o perigo de romantizarmos a igreja primitiva, falando dela em tom solene, como se não tivesse falhas. Isso significaria fechar os olhos diante das rivalidades, hipocrisia, imoralidades e heresias que atormentavam a igreja,como acontece ainda agora. Todavia uma coisa é certa: a igreja de Cristo fora enchida pelo Espírito Santo, que a espalhou para testemunhar."
A Igreja do primeiro século não é uma igreja perfeita, mas tem muito a nos ensinar em termos de submissão, poder, comunhão e evangelização.

Autoria, data e propósito

A autoria de Atos é creditada à Lucas:

"Na erudição neotestamentária, é quase axiomático que, seja quem for que tenha escrito o terceiro evangelho, também escreveu Atos. Tradicionalmente esse autor tem sido identificado como Lucas, o médico e companheiro de Paulo. Nos manuscritos dos evangelhos, encontra-se 'Segundo Lucas', quando se trata do terceiro evangelho." (WILLIAMS, 1996, p.14).

"Nem o Evangelho nem o livro de Atos dá o nome do seu autor, mas foi provavelmente Lucas, amigo e companheiro de Paulo. A indicação de sua autoria encontra-se nos três 'nós', onde a narrativa está na terceira pessoa do plural (Atos 16.10-17; 20.5-21; 27.1-28), dando a entender que o autor era companheiro de Paulo nessas três ocasiões, e que usou o seu diário de viagem como fonte de material." (PFEIFFER e HARRISON, 1987, p. 238)

"O autor é Lucas, que também escreveu o evangelho que leva seu nome." (RICHARDS, 2005, P. 706)

"Lucas escreve Atos como continuação do seu primeiro livro, o Evangelho de Lucas. O Terceiro Evangelho registra o que Deus realizou através das ações e ensinos do Jesus ungido pelo Espírito, ao passo que Atos enfatiza a continuação da obra de Jesus feita por suas testemunhas capacitadas pelo Espírito." (ARRINGTON e STRONSTAD, 2003, p. 623)

"A partir do século II, a igreja primitiva atribuiu a Lucas tanto o terceiro evangelho como o livro de Atos dos Apóstolos. Ele é provavelmente o único grego a quem é atribuída autoria de um livro do NT." (PFEIFFER; VOS; REA, 2006, p. 1180)

Poderíamos aumentar em muito a lista de citações, onde se confirmaria a autoria de Lucas.

Para Williams (idem) o nome grego Loukas pode ser uma abreviatura (contração) de Loukanos, onde a terminação as, geralmente utilizada para os escravos, sugeriria que Lucas tivesse sido um escravo treinado para ser médico. Na realidade, os fatos concretos sobre Lucas são escassos.

Stott (idem, p. 20) afirma que Lucas era um homem qualificado para a tarefa de escrever esse livro, pois era um médico culto, submetido a um treinamento rigoroso, sendo o seu grego refinado uma prova disto. Concordando com Stott, Boor (2003, p. 18) entende que "o autor de Atos dos Apóstolos é uma pessoa culta, capaz de escrever em grego versátil com fineza gramatical.

A data de Atos é defendida por uns entre 90-100 d.C., "sob a alegação de não se tratar de uma mera crônica de eventos, mas ser claramente o produto de muitas reflexão." (WILLIAMS, ibdem, p. 24). Outros autores datam Atos entre 60 e 70 d.C., visto que Lucas não menciona a morte de Paulo (cerca de 67. d.C.), e em razão de sua abrupta conclusão (PFEIFFER e HARRISON, idem).

O propósito original do livro de Atos está em apresentar à Teófilo uma narrativa dos primórdios da igreja primitiva até o encarceramento de Paulo, em Roma, e de que forma Jesus continuou a sua obra (Lc 1.1-4 e Atos 1.1-4).

O título do livro

Para Williams (ibdem, p. 26): "O título não é original. Foi cunhado algum tempo depois de cortar-se a conexão do livro com o evangelho e, talvez, à época em que recebeu reconhecimento como livro canônico."

Kistemaker (2006, p. 17) comenta que O título de Atos acrescentado provavelmente no século 2º, é problemático em vários aspectos. Alguns tradutores da Bíblia trazem a designação Atos dos Apóstolos, e contam com o apoio dos pais da igreja primitiva.

Um dos aspectos destes problemas seria o fato da listagem dos 12 apóstolos aparecer apenas no capítulo 1, recaindo a ênfase dos demais capítulos no ministério de Pedro e Paulo. João é mencionado apenas ao acompanhar Pedro ao templo (3.1) e a Samaria (8.14), não sendo registrado por Lucas nenhum dos seus feitos ou palavra específica. Outras propostas de título para o livro foram "Os Atos do Espírito Santo" ou simplesmente "Atos".

Boor (2003, p. 16) entende que o título grego - práxeis apostólon = Ações dos Apóstolos - é o mais apropriado, uma vez que se assemelha com as obras da literatura antiga que relatam de maneira solta e plástica uma série de acontecimentos da vida de homens famosos.

O conteúdo de Atos

Marshall (1982, p. 21-32) lista os seguintes conteúdos:

- A continuação dos atos poderosos de Deus registrados no Antigo Testamento e do ministério de Jesus

- A missão e a mensagem da igreja primitiva

- O progresso da Palavra a despeito da oposição

- A inclusão dos gentios no povo de Deus

- A vida e a organização da igreja

Aplicação prática da lição
A presente lição nos ensina as seguintes verdades práticas:

- A importância do registro de nossa história como contribuição para as gerações futuras.

- A grande contribuição que homens cultos e cheios do Espírito Santo podem dar a igreja. O Dr. Lucas nos prova que erudição combina com simplicidade, clareza e acessibilidade.

- Assim como na igreja apostólica, os problemas atuais com rivalidades, hipocrisia, imoralidades e heresias precisam ser tratados com transparência e urgência.


Referências Bibliográficas

ARRINGTON, L.; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

BOOR, Weiner de. Atos dos Apóstolos. Curitiba-PR: Esperança, 2003.

KISTEMAKER, Simon. Atos. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. v.1

MARSHAL, I. Howard. Atos: Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.

PFEIFFER, Charles F.; VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

______; HARRISON, Everett. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: IBR, 1987.

RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.

STOTT, John R. W. A mensagem de Atos: Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 2003.

WILLIAMS, David J. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo: Atos. São Paulo: Vida, 1996.

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Lições Bíblicas 2011 - Atos dos Apóstolos - Até aos confins da terra

No 1º Trimestre de 2011 estaremos estudando através das Lições Bíblicas da CPAD o tema: Atos dos Apóstolos: Até aos confins da terra.


A lição será comentada pelo pastor Claudionor de Andrade, e abordará semanalmente os seguintes assuntos:

1. Atos - A Ação do Espírito Santo Através da Igreja
2. A Ascensão de Cristo e a Promessa de Sua Vinda
3. O Derramamento do Espírito Santo no Pentecostes
4. O Poder Irresistível da Comunhão na Igreja
5. Sinais e Maravilhas na Igreja
6. A Importância da Disciplina na Igreja
7. Assistencia Social, Um Importante Negócio
8. Quando a Igreja de Cristo é Perseguida
9. A Conversão de Paulo
10. O Evangelho Propaga-se Entre os Gentios
11. O Primeiro Concílio da Igreja de Cristo
12. As Viagens Missionárias de Paulo
13. Paulo Testifica de Cristo em Roma

domingo, 19 de dezembro de 2010

Agenda de 20/12/2010 à 26/12/2010

Segunda-feira - 20/12 - Culto de Pregação às 19:00h
Escalado: Claudenilson José da Silva
Órgãos escalados:
Discipulado
Crianças

Círculo de Oração durante o dia - Escalado: Pb. Severino Ramos

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Terça-feira - 21/12 - Oração para Mocidade 19:00h - Formartura do Discipulado
Escalado: Pb. Emanuel França do Nascimento
Órgãos escalados:
Discipulado
Harmonia Celeste
TODA MOCIDADE
Campanha Evangelizadora

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Quarta-feira - 22/12 - Campanha Estadual de Oração - Culto de Oração às 19:00h
Escalado: Pb. Kerginaldo Paulo da Silva
Todos os órgãos estão escalados

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Quinta-feira - 23/12 -Até o fechamento desta agenda a Campanha Evangelizadora não divulgou seus eventos para este dia.

A Campanha Evangelizadora sai normalmente às 19:00h

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Sexta-feria - 24/12 - Culto Natalino às 19:00h
Escalado: Pb. Kerginaldo Paulo
Órgãos escalados:
TODOS OS ÓRGÃOS DE LOUVOR ESTÃO ESCALADOS

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Sábado - 25/12 -  Culto em frente ao Quartel do Derby. Todas as Igrejas da Assembléia de Deus do campo de Recife estão convidadas para o Culto Natalino a realizar-se às 18:30.

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Domingo - 26/12

*Manhã - Escola Bíblica Dominical

Lição 13 - Se o Meu Povo Orar

*Tarde - A Campanha Evangelizadora não sairá.

*Noite - Culto para Mocidade
Escalado: Pb. Enoc Antônio
Órgãos escalados:
Coral Vozes de Jerusalém
Discipulado
Harmonia Celeste
União de Adolescentes Nova Aliança
Conjunto Musical Philadélphia

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Del conflicto a la reconciliación: el perdón

«Soportándoos unos a otros, y perdonándoos unos a otros si alguno tuviere queja contra otro. De la misma manera que Cristo os perdonó, así también hacedlo vosotros» (Col. 3:13)
En el camino que lleva a la reconciliación hay un paso fundamental: el perdón. Es el sello que marca el final de una disputa y constituye el ingrediente más distintivo del cristiano en cualquier conflicto.
El perdón está en el corazón mismo del Evangelio. Todo el mensaje cristiano gira alrededor del perdón de Dios a través de la cruz de Cristo y nos da ejemplo a nosotros, como discípulos suyos, a ofrecer el perdón allí donde sea necesario.
Fallar u obedecer en este punto viene a ser un test básico de nuestra madurez cristiana.
¿Qué nos enseña la Palabra de Dios sobre este tema? Necesitamos entender bien qué es perdonar y sus implicaciones prácticas.

El perdón va más allá de la paz
La paz no siempre es posible.
A pesar de la mejor disposición que uno pueda tener, hay ocasiones cuando no se logra restaurar una relación rota.
El apóstol Pablo ya lo deja entrever en su clara exhortación a la paz: «Si es posible, en cuanto dependa de vosotros, estad en paz con todos los hombres» (Ro. 12:18). Pablo, hombre curtido en mil conflictos, inicia el versículo con dos notas previas: «si es posible» y «en cuanto dependa de vosotros».
Estas dos pequeñas cláusulas le dan un toque de realismo imprescindible y nos liberan de expectativas exageradas. La paz no siempre es posible sencillamente porque es cosa de dos, no depende de una sola parte. Nuestra responsabilidad -lo que se espera de nosotros- es intentarlo, tomar la iniciativa, hacer todo lo posible para llegar a «estar en paz con todos los hombres». Los resultados ya no están en nuestras manos.
«Padre, perdónalos porque no saben lo que hacen»
(Lc. 23:34). El ejemplo del Señor Jesús es bien elocuente. En ningún momento él regateó esfuerzos para estar en paz con sus contemporáneos, a los que amó hasta el momento mismo de su muerte. Sin embargo, a pesar de su carácter santo, irreprochable, vivió rodeado de enemigos que, en último término, le llevaron a la cruz. ¿Cómo se explica esta paradoja? No podemos acercarnos al tema de la reconciliación olvidando la realidad del pecado. Vivimos en un mundo donde el diablo tiene como una de sus metas dividir, separar, alzar muros entre las personas. Por esta razón, habrá ocasiones en que todos nuestros esfuerzos por lograr la paz serán baldíos.
El perdón, sin embargo, no necesita de la paz. No depende de la reconciliación, va más lejos de la restauración de la relación.
El ejemplo del Señor, de nuevo, nos marca la pauta. Clavado ya en la cruz, ridiculizado y torturado por los enemigos a los que había intentado amar, cerca ya de la agonía, pronuncia unas memorables palabras que contienen, en forma de síntesis luminosa, el meollo del Evangelio: «Padre, perdónalos porque no saben lo que hacen». (Lc. 23:34)
Aunque la reconciliación no sea posible, siempre hay algo que el cristiano puede y debe hacer: perdonar.

La práctica del perdón
Transformando heridas en cicatrices.
Perdonar implica eliminar todos los sentimientos y pensamientos negativos hacia la otra persona. El resentimiento, el odio, el deseo de venganza deben desaparecer con el perdón genuino. En este sentido, perdonar es un proceso similar a la curación de una herida: al principio, está abierta, sangra fácilmente y duele. Pero, una vez se ha convertido en cicatriz, ya no duele ni sangra. El perdón es como transformar heridas abiertas en cicatrices. De esta ilustración se desprenden varios aspectos importantes.
Un proceso largo y costoso.
La disposición a perdonar puede –y debería- ser inmediata; ésta es la voluntad de Dios. Pero llegar a completar el proceso emocional y moral del perdón suele llevar su tiempo. Hay un camino a recorrer desde el momento en que se decide perdonar hasta que se hace efectivo. Recordemos el caso de José en el Antiguo Testamento. Perdonó a sus hermanos (ver los emotivos pasajes de Gn. 45 y Gn. 50), pero no antes de pasar por un dilatado proceso (seguramente meses) en el que tuvo que luchar contra sus propias reacciones. Es importante, sin embargo, afirmar desde el primer momento: «estoy decidido a perdonar, aunque la curación de mis heridas requiera más tiempo».
Puedes hacerlo tú solo.
El perdón puede ser unilateral: yo puedo, y debo, perdonar aunque la otra persona se muestre reacia a perdonar o ser perdonada. Puedo perdonar en la intimidad de mi corazón, en secreto, sin que la otra parte lo sepa. Este fue el caso de Esteban cuando, a punto de morir exclamó: «Señor, no les tomes en cuenta este pecado» (Hch. 7:60). Debemos estar dispuestos a perdonar aunque no se nos pida, o incluso cuando siguen ofendiéndonos.
¿Amigos de nuevo?
La meta primera del perdón no es que las partes enfrentadas vuelvan a ser amigas, sino que eliminen el veneno de su corazón. Hay veces en que es imposible volver al mismo tipo de relación después de una ofensa grave. Así ocurre, por ejemplo, en algunos casos de divorcio. Dios no nos pide un ejercicio de masoquismo restaurando relaciones imposibles. La reconciliación es un resultado deseable, pero no siempre posible. Pero sí que nos pide amar al ofensor con el amor sobrenatural que es fruto del Espíritu, el agape de Cristo. Alguien dijo que el perdón es la mejor manera de librarse de los enemigos. Esta es exactamente la idea de Ro. 12:20-21.
¿Perdonar requiere olvidar?
La mente humana es como un álbum de recuerdos que permanecen para siempre. No podemos esperar que el perdón borre estas memorias. Ello sería absurdo. Cuando hay perdón, el recuerdo de una experiencia dolorosa sigue ahí, pero ya no evoca sentimientos negativos u odio. La idea de la cicatriz nos ayuda a entenderlo: la cicatriz es el recuerdo de un trauma pasado; queda ahí para siempre, pero ya no duele ni sangra ni se infecta. La herida está cerrada. No podemos borrar los recuerdos de nuestra mente, pero sí podemos quitar el veneno de esos recuerdos. En realidad, recordar puede ser positivo porque nos evita repetir los mismos errores o faltas. Alguien dijo, refiriéndose al holocausto judío, que recordar es la mejor vacuna para no repetir.
El problema con la frase «yo perdono, pero no olvido», frecuente en labios de algunas personas, es que siguen albergando deseos de venganza y resentimiento en su corazón. No hay un simple recuerdo; es el recuerdo más su correspondiente dosis de veneno. Esta actitud sí es pecado.
Dios es el único que puede perdonar y al mismo tiempo olvidar porque él está fuera del tiempo «Yo, yo soy el que borro tus rebeliones... y no me acordaré de tus pecados» (Is. 43:25)

Aprendiendo a perdonar
Un antiguo proverbio latino dice: «Errar es humano, perdonar es divino». Si el perdón tiene un origen divino, ¿cómo estimular esta práctica tan importante en las relaciones humanas? El aprendizaje del perdón se fundamenta en dos grandes realidades cuya ausencia va a dificultar mucho un perdón genuino.
Ser conscientes de nuestros pecados.
Tomar conciencia de nuestras propias faltas es el requisito inicial para perdonar. Si no somos capaces de ver primero «la viga» en nuestro propio ojo, difícilmente llegaremos a perdonar al prójimo. Este fue el procedimiento que siguió Jesús en casa de Simón el fariseo (Lc. 7:36-50). Simón veía con nitidez los pecados de aquella mujer, pero estaba ciego ante sus propias faltas.
Por ello, Jesús las pone al descubierto: «no me diste agua para mis pies... no me diste beso... no ungiste mi cabeza con aceite» (Lc. 7:44-46). Es interesante observar que eran pecados de omisión: Jesús no le recrimina un mal que había cometido, sino un bien que había dejado de hacer. Y es que, para Dios, tan graves son nuestros pecados de omisión como los de comisión.
La reprensión del Señor a Simón apunta a un aspecto crucial: la esencia del pecado no está en el mal que le hacemos al prójimo, sino en el bien que dejamos de hacerle a Dios: dejar de darle la honra y adoración que merece (como se expresa claramente en Ro. 1:21).
Por tanto, perdonar requiere, primero, arrojar luz en los oscuros rincones de nuestra conducta y descubrir la sutileza del pecado que «mora en mí»: el egoísmo en nuestras motivaciones, la soberbia, el orgullo, el laberinto de nuestras pasiones, nuestro potencial violento, la vanidad y una lista larga de «obras de la carne» se ponen al descubierto cuando nos miramos en el espejo de la Palabra de Dios. Los seres humanos tenemos la vista muy fina para ver la «paja» del ojo ajeno, pero sufrimos miopía a la hora de descubrir nuestras faltas.
La incapacidad para reconocer el pecado propio es un gran obstáculo para perdonar porque lleva a la soberbia. Y una persona soberbia trata a los demás con tanta severidad como es indulgente consigo misma. Este fue el problema de Simón en particular y de los fariseos en general. Por ello Jesús, en otra ocasión tuvo que avergonzarles con aquel reto: «el que de vosotros esté sin pecado, sea el primero en arrojar la piedra contra ella» (Jn. 8:7). Por el contrario, reconocer nuestras faltas nos pone en una situación de humildad, nos hace sentir «pobres» delante de Dios y nos lleva a exclamar la petición del Padrenuestro «perdónanos nuestras deudas (ofensas) como nosotros perdonamos a nuestros deudores (ofensores)». (Mt. 6:12)

Experimentar el perdón de Cristo
Simón tenía dificultades para aceptar y amar a la mujer pecadora no sólo por su orgullo, sino también porque él mismo no había experimentado el perdón: «aquel a quien se le perdona poco, poco ama» le dijo Jesús (Lc. 7:47). En la medida en que yo me siento deudor de Dios -conciencia de pecado- y perdonado por él, seré capaz de perdonar al prójimo.
Es cierto que el perdón no es patrimonio exclusivo de los cristianos; pero el creyente es quien está en mejores condiciones para perdonar porque él mismo lo ha experimentado. Suplicar el perdón de Cristo y recibirlo nos obliga moralmente a perdonar: «si el Señor me ha perdonado tanto a mí, ¿cómo no voy a perdonar yo tan poco a mi prójimo?»
Este efecto motivador del perdón divino actúa también por la vía del ejemplo, no sólo de la obligación moral: «De la manera que Cristo os perdonó, así también hacedlo vosotros» (Col. 3:13). ¡Qué gran privilegio y qué gran reto! Para cumplirlo contamos con el poder de su gracia.

Autor: Dr. Pablo Martínez Vila

domingo, 12 de dezembro de 2010

O Poder da Língua

Conta-se que certa vez um mercador grego, rico, ofereceu um banquete com
comidas especiais. Chamou seu escravo e
ordenou-lhe que fosse ao mercado comprar
a melhor iguaria.
O escravo retornou com belo prato. O mercador removeu o pano e assustado
disse:
-Língua ?!! Este é o prato mais delicioso ?
O escravo, sem levantar a cabeça, respondeu:
- A língua é o prato mais delicioso, sim senhor. É com a língua que
pedimos água...

...dizemos “mamãe”, fazemos amigos, perdoamos. Com a língua reunimos
pessoas, dizemos “meu Deus”, oramos, cantamos, dizemos “eu te amo”...
O mercador, não muito convencido, quis testar a sabedoria de seu escravo,
e o mandou de volta ao mercado, desta vez para trazer o pior alimento. O
escravo voltou com um lindo prato, coberto por fino tecido. O mercador,
ansioso, retirou o pano para conhecer
o pior alimento.
-Língua, outra vez?!!, disse, espantado.
-Sim, língua, respondeu o escravo. É com a língua que condenamos,
separamos, provocamos intrigas e ciúmes, blasfemamos.
É com ela que expulsamos, isolamos, enganamos nosso irmão, xingamos
pai e mãe...
Não há nada pior que a língua; não há nada melhor que a língua. Depende
do modo
que a usamos.
Muitos males têm sido causados por uma só palavra ou frase proferida .
Diz um ditado que “falar é prata, calar é ouro”. Palavras ferem, matam,
magoam, semeiam dúvidas, fazem pecar, geram ódio...e muitas vezes quem
diz o que quer, ouve o que não quer.
Uma palavra, uma frase, podem doer mais que a dor física. A dor física
pode cessar com um medicamento, mas a dor provocada por uma palavra ou
frase, muitas vezes nem o tempo apaga, e, quando apagada, costuma
deixar cicatrizes.
O pecado da língua é tão sério que ocupa todo o capítulo 3 e parte do
capítulo 4 da
epístola de Tiago, no Novo Testamento.
A Bíblia nos ensina que “os lábios do justo apascentam a muitos, mas por
falta de senso, morrem os tolos” (Provérbios 10:21)
Jesus, censurando os fariseus, disse-lhes que
“a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12:34), e advertiu:
“Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela
darão conta no dia do juízo; porque
pelas tuas palavras serás
justificado e pela tuas palavras
serás condenado” (Mateus 12:36-37).
Sejamos vigilantes sobre o uso da língua, e,
“deixando a mentira, fale cada um
a verdade com o seu próximo, porque somos
membros uns dos outros” (Efésios
4:25).

Que possamos usar nossa língua para dizer o quanto amamos nossos entes
queridos
e amigos; para perdoar a quem nos ofende, para pedir perdão a quem
ofendemos, para oferecer ajuda ao necessitado, para elogiar, para
ensinar, para proclamar a paz, para repelir a guerra, as fofocas, as intrigas, a inveja, a
maledicência..
Que nossos lábios
louvem, sempre,
ao nosso Deus !

sábado, 11 de dezembro de 2010

Cédulas circulam na segunda

Destaque As novas cédulas do Real começarão a circular na próxima segunda-feira. A princípio, entram no mercado as notas de R$ 50 e R$ 100. As demais, a partir de 2012. Todas são feitas na Casa da Moeda, no Rio. Segundo o BC, as cédulas antigas deixarão de circular dentro de dois a três anos. O BC fará uma campanha educativa para mostrar à população as características das novas cédulas.

As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança - como a marca d’água - foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação. Nas notas de R$ 50 e R$ 100, foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor, o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação existentes.

O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central e pela Casa da Moeda do Brasil. As notas atenderão ainda a uma demanda dos deficientes visuais, já que poderão ser identificadas por seus tamanhos diferentes e terão marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às já existentes.

As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente. A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal - a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar. No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A de R$ 50, traz a mes­ma figura da onça pinta­da, agora deitada sobre uma pedra.

Fonte: FOLHA DE PERNAMBUCO

Subsídio Lição 11 - A Oração que Conduz ao Perdão

Leitura bíblica: Salmos 51.1-13

Introdução:

I. O pecado nos afasta de Deus

II. Confissão e Perdão

III. A restauração do pecador

Conclusão

PERDÃO E CONFISSÃO

Perdão. A doutrina do perdão, proeminente tanto no AT quanto no NT, refere-se ao estado ou ao ato de perdão, remissão de pecados, ou à restauração de um relacionamento amigável. Central à doutrina do AT está o conceito de cobrir o pecado da vista de Deus, representado pela palavra heb. Kapar (Salmos 78.38; cf. Dt 21.8; Jr 18.23). Isto é indicado pelas várias traduções da palavra tais como “apaziguar”, “ser misericordioso”, “fazer reconciliação”, e o uso mais proeminente na expressão “fazer expiação”.

Em Levítico 4.20 está declarado: “o sacerdote por eles fará propiciação [de kapar], e lhes será perdoado [de salah] o pecado”. Uma terceira palavra heb., na’as, ocorre frequentemente com ideia de “levantar” ou “dispersar” o pecado (Gn 50.17; Êx 10.17).

Destas passagens fica claro que o perdão depende de um pagamento justo, de uma penalidade pelo pecado. Os sacrifícios do AT proporcionaram tipicamente e profeticamente uma expectativa do sacrifício final de Cristo (cf. At 17.30; Rm 3.25). O perdão como um relacionamento entre Deus e o homem depende dos atributos divinos de justiça, amor e misericórdia, e é baseado na obra de Deus ao providenciar um sacrifício apropriado.

A doutrina do perdão antecipada no AT tem sua plena revelação em o NT. Aqui, três palavras principais se destacam: (1) “despedir” e “remissão” (Mt 6.12,14,15; 9.2,5,6 etc.); (2) “ser misericoridioso” (Lc 7.43; Ef 4.32; Cl 2.13; 3.13); (3) “soltar” (Lc 6.37). Em o Novo Testamento o perdão faz parte do programa total da salvação, proporcionado para aqueles que creem em Cristo. No perdão, a culpa pelo pecado é perdoada e substituída pela justificação, através da qual o pecador é declarado justo. O perdão está sempre incluído em toda a obra de Deus pelo pecador; ele é basicamente judicial, e provê a remissão ao pecador.

Um outro aspecto grande e importante da revelação do NT diz respeito aos cristãos que pecam. Embora judicialmente todos os pecados sejam perdoados quando o pecador é salvo através da fé (Jo 3.18; Cl 2.13), se o pecado entrar na vida de um cristão, ele afetará o relacionamento deste com o Pai Celestial. O perdão e a restauração da comunhão que se fazem necessários são efetuados mediante a confissão dos pecados (1 Jo 1.9) e o arrependimento (Lc 17.3,4; 24.47; At 5.31). O lado divino é zelado pela eficiência e pela eficácia da morte e intercessão de Cristo (1 Jo 2.1); Cristo roga ao Pai a favor do pecador com base em seu próprio sacrifício.

Portanto, todo pecado se torna imperdoável se o indivíduo passar desta vida para a eterna sem se beneficiar da graça divina, pois o perdão é concedido durante a nossa vida neste mundo.

O perdão também é uma obrigação no relacionamento entre os homens, e os crentes são exortados a perdoarem-se uns aos outros (Ef 4.32; cf. Mt 16.13,14).

Confissão. A palavra significa fazer uma admissão (geralmente com voz fraca) de uma mudança de posição. Quase todas as passagens bíblicas podem ser classificadas sob dois aspectos: uma confissão de pecado ou uma confissão de fé. A confissão de pecado é feita a Deus (Sl 32.3-6; 1 Jo 1.9), àquele que sofreu o dano (Lc 17.4), a um conselheiro espiritual (2 Sm 12.13; Tg 5.17), ou à congregação de crentes (1 Co 5.3ss; cf. 2 Co 2.6ss). A confissão de fé deve ser feita abertamente diante dos homens (Mt 10.32; Rm 10.9; 1 Tm 6.12,13; Hb 3.1; 4.14; 10.23). No final, todos os homens serão obrigados a confessar o senhorio de Cristo (Fp 2.11).

Texto adaptado da obra “Dicionário Bíblico Wycliffe”, Rio de Janeiro: CPAD.
 
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domingo, 5 de dezembro de 2010

Agenda de 06/12/2010 à 12/12/2010

Segunda-feira - 06/12 - Culto de Pregação às 19:00h
Escalado: Dc. Davi Ribeiro da Silva
Órgãos escalados:
PROATI
Harmonia Celeste

Círculo de Oração durante o dia - Escalado: Dc. Antônio Franco

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Terça-feira - 07/12 - Oração para Mocidade 19:00h
Dirigentes: Guiomar França e Vasti Barbosa
Órgãos escalados:
Discipulado
União de Adolescentes Casa de Laércio
TODA MOCIDADE
Campanha Evangelizadora

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Quarta-feira - 08/12 - Campanha Estadual de Oração - Culto de Oração às 19:00h
Escalado: Pb. Kerginaldo Paulo da Silva
Todos os órgãos estão escalados

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Quinta-feira - 09/12 -Falta a Escalada da Campanha Evangelizadora

A Campanha Evangelizadora sai normalmente às 19:00h

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Sexta-feria - 10/12 - Culto de Doutrina às 19:00h
Escalado: Pb. Luciano Dionísio
Órgãos escalados:
Discipulado
PROATI
União de Adolescentes Nova Aliança
Harmonia Celeste

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Sábado - 11/12 -  Falta Escala da Campanha Evangelizadora

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Domingo - 12/12

*Manhã - Escola Bíblica Dominical

Lição 11 - A Oração que Conduz ao Perdão

*Tarde - A Campanha Evangelizadora sairá normalmente às 14:00h

*Noite - Culto de Missões
Escalado: Pb. Emanuel Anatólio de Brito
Órgãos escalados:
Coral Vozes de Jerusalém
Discipulado
Crianças
União de Adolescentes Nova Aliança
Conjunto Musical Philadélphia

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Culto de Talentos

Subsídio Lição 10 - O Ministério da Intercessão

O MINISTÉRIO DA INTERCESSÃO
Texto Áureo: Ef. 6.18 – Leitura Bíblica: Gn. 18.23-29,32,33
Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Ensinar os alunos a exercerem, através de Cristo, impulsionados e capacitados pelo Espírito Santo, o ministério da intercessão.

INTRODUÇÃO
Por quem devemos orar? Em uma sociedade individualista, existe uma tendência das pessoas orarem apenas por si próprias. Na lição de hoje abordaremos o sublime ministério da intercessão. Inicialmente, destacaremos a relevância desse ministério, em seguida, trataremos a respeito da intercessão no Antigo e no Novo Testamento.

1. INTERCESSÃO, UM MINISTÉRIO
A definição dicionarizada de intercessão diz que “se trata do ato de rogar, suplicar, pedir por outrem”. O verbo interceder tem importância crucial no ministério (serviço) cristão, isso porque não fomos chamados apenas para nos importar conosco, mas também a lembrarmo-nos dos outros, tanto em oração quanto em ação. A palavra de Deus nos orienta a se alegrar com os que se alegram, mas a também chorar com os que choram (Rm. 12.15). E isso se aplica as diversas dimensões da vida cristã, precisamos ser solidários com as necessidades dos irmãos, todos, mas principalmente para com os domésticos da fé (Gl. 6.10). A igreja moderna, como resultado do individualismo, deixou de praticar a comunhão, que não devam se restringir apenas as horas do culto. Os círculos de oração surgiram com o propósito de integrar irmãos e irmãs em propósitos conjuntos de intercessão. Devemos lembrar o que Jesus disse a respeito da sua presença entre aqueles que estivessem reunidos (Mt. 18.20), isso inclui também a intercessão na oração. A intercessão deva levar em conta a dimensão integral da vida do cristão, oração e ação. Há momentos em que podemos tão somente orar, mas não devemos desconsiderar as situações nas quais é possível agir. Deus pode estar querendo que nós não apenas oremos pelo irmão ou irmã necessitada, mas que também sejamos capazes de tomar alguma atitude.

2. A INTERCESSÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
A palavra intercessão, em hebraico, é palal e ocorre cerca de oitenta vezes, cujo sentido geral é “orar”, mas em aproximadamente cinqüenta vezes, essa palavra parece no sentido de “interceder”. Exemplos desse tipo de oração é a intercessão de Moisés pelo povo de Israel (Nm. 11.21; 21.7; Dt. 9.20). Em I Sm. 2.25 é posta a questão: “Pecando homem contra homem, os juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o Senhor, quem rogará por ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o Senhor os queria matar”. Samuel é justamente um modelo exemplar de alguém que intercede pelo povo de Deus (I Sm. 7.5; 12.19,23); e Salomão na ocasião em que o templo foi dedicado ao Senhor (I Rs. 8.22ss). Daniel orou pelo povo que se encontrava no cativeiro babilônico (Dn. 9.4,20) e Esdras também intercedeu pelos judeus após o retorno deste (Ed. 10.1ss). Mas há uma ocasião específica na qual Deus orienta Jeremias a não interceder, isso em decorrência do pecado premeditado dos judeus (Jr. 7.16; 11.14; 14.11). Há outros casos de intercessão no Antigo Testamento, entre eles destacamos: I Rs. 13.6; II Rs. 4.33; II Cr. 30.18; Jr. 37.3; Jó. 42.8ss). Conforme depreendemos desses textos, a prática da intercessão era comum na religiosidade judaica. Esses exemplos veterotestamentários são suficientes a fim de estimular os crentes da atualidade a intercederem pelo próximo.

3. A INTERCESSÃO NO NOVO TESTAMENTO
No Novo Testamento, interceder é entynchanõ em grego e significa “fazer uma petição por outra pessoa”. O uso desse termo também tem um caráter político, haja vista que o povo judeu intercedeu a Festus que interviesse contras as atividades evangelísticas de Paulo (At. 25.24). No plano espiritual, a intercessão, grosso modo, é uma atuação do Espírito Santo que faz com que nossas necessidades sejam conhecidas perante Deus (Rm. 8.27). Jesus também tem atuação direta na intercessão, pois Ele é o Sumo Sacerdote que serve de Mediador entre Deus e os homens no céu (Rm. 8.34; Hb. 7.25). Outra palavra grega, que se refere à intercessão, é hyperentynchanõ, uma variação de entunchanõ, que ocorre apenas em Rm. 8.26 que se refere à intercessão do Espírito de Deus pelo povo quando esse tem dificuldade para orar em tempos de aflição. O vocábulo enteuxis é um substantivo raro, que pode ser encontrado em I Tm. 2.1, e admoesta Timóteo, enquanto líder, a orar por todas as pessoas, fazendo intercessão por elas perante Deus. Em I Tm. 4.5, euteuxis se refere à consagração dos pedidos a Deus através da oração. Em regra geral, a igreja é instruída a interceder uns pelos outros (Tg. 5.16; Ef. 6.18). Na verdade, essa deva ser uma prática comum, a intercessão e a ação em prol dos irmãos necessitados (At. 12.5; 13.3). Não esqueçamos que é dever de todo crente orar uns pelos outros (I Jo. 5.16; I Tm. 2.1,8). O exercício do ministério da intercessão demonstra atitude de perseverança (Mt. 15.22-28), altruísmo (Rm. 9.3) e empatia (Rm. 12.15).

CONCLUSÃO
A igreja cristã precisa redescobrir o valor da intercessão. Não esqueçamos de orar uns pelos outros. Quanto mais exercitamos o ministério da intercessão, mais demonstramos que somos capazes de pensar mais nos irmãos necessitados e menos em nós mesmos. Se quando oramos exercitamos a piedade, multiplicamos essa prática em poder se o fizermos também com súplicas. Em dias de tanto egoísmo, marcados pelo individualismo, o desafio do cristão é o de focar em direção ao outro, sentir as suas dores, interceder (e agir) por ele.

BIBLIOGRAFIA
BRANDT, R. L; BICKET, Z. J. Teologia bíblica da oração. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
SOUZA, E. A. Guia básico da oração. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. 
 
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domingo, 28 de novembro de 2010

Agenda de 29/11/2010 à 05/12/2010

Segunda-feira - 29/11 - Culto Jovem às 19:00h

Órgãos escalados:
União de Adolescentes de Águas Compridas 3
União de Adolescentes Nova Aliança
Convidados

Círculo de Oração durante o dia - Escalado: Pb. Severino Ramos

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Terça-feira - 30/11 - Oração para Mocidade 19:00h
Dirigentes: Guiomar França e Vasti Barbosa
Órgãos escalados:
Discipulado
Harmonia Celeste
TODA MOCIDADE
Campanha Evangelizadora

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Quarta-feira - 01/12 - Campanha Estadual de Oração - Culto de Oração às 19:00h
Escalado: Pb. Kerginaldo Paulo da Silva
Todos os órgãos estão escalados

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Quinta-feira - 02/12 -Falta a Escalada da Campanha Evangelizadora

A Campanha Evangelizadora sai normalmente às 19:00h

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Sexta-feria - 03/12 - Culto de Doutrina às 19:00h
Escalado: Ev. Azarias Rosa
Órgãos escalados:
Falta Escala dos Órgãos

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Sábado - 04/12 -  Falta Escala da Campanha Evangelizadora

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Domingo - 05/12

*Manhã - Escola Bíblica Dominical

Lição 10 - O Ministério da Intercessão

*Tarde - A Campanha Evangelizadora sairá normalmente às 14:00h

*Noite - Aniversário do Templo
Escalado: Ev. Nadjackson Saraiva
Órgãos escalados:
Falta Escala dos Órgaõs

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Jovens infelizes recorrem a sexo e drogas

Crianças insatisfeitas com a escola estão mais propensas a se envolver com bebidas, drogas e atividades sexuais. É o que diz uma pesquisa da Universidade John Moores, de Liverpool, na Inglaterra, liderada pelo professor Mark Bellis, do Departamento de Saúde Pública. O estudo avaliou mais de 3.500 jovens de 11 a 14 anos de idade, de 15 escolas do noroeste do país. Segundo Bellis, crianças com apenas 13 anos já apresentam comportamento de risco. Durante a pesquisa, foram avaliadas opiniões dos jovens sobre a vida escolar e em casa, com perguntas abrangendo satisfação com a aparência, relação com os pais e professores, envolvimento com regras, assertividade e remorso.

As conclusões mostraram que os jovens que não gostavam da escola tinham 2,5 vezes mais chances ter relações sexuais precoces. O risco de uso de álcool também era maior, segundo a pesquisa.

“Nossa pesquisa identifica que é provável que crianças que bebem e são sexualmente ativas estão infelizes com suas vidas na escola e em casa. Os riscos são doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e acidentes ligados ao abuso do álcool”, alertou Bellis.

Nota: Infelizmente, é o tipo de situação que gera problemas em cascata. Famílias que não dão apoio necessário aos filhos os “empurram” para comportamentos de risco. Esses filhos, por sua vez, também formarão famílias desestruturadas (isso se formarem família). E muitos em nosso país ainda se gabam de que temos “liberdade comportamental”, que somos um povo feliz e descontraído. Quer saber mais? Estudo realizado pelo Instituto Tendencias Digitales, sob encomenda do Grupo Diários América (GDA), com 13.349 pessoas, revelou alguns dados curiosos: o Brasil é o país em que homens e mulheres têm o maior número de parceiros sexuais da América Latina. E ainda: brasileiros são campeões de infidelidade e disfunção sexual e nosso país registra também o maior número de homossexuais e bissexuais. Anos atrás, li que mais da metade dos(as) brasileiros(as) se diz infeliz com sua vida sexual. Tem algo muito errado aí... Arrisco dizer que o problema está na família, na falta de estrutura e de uma religião/filosofia que apresente o lado belo do sexo e a responsabilidade que envolve esse assunto.

fonte: http://criacionista.blogspot.com

Subsídio Lição 09 - A Oração e a Vontade de Deus

Lição 09

A ORAÇÃO E A VONTADE DE DEUS

Texto Áureo: Jo. 15.7 – Jo. 14.13-17; 15.7; I Jo. 5.14,15

Objetivo: Ensinar os alunos a orarem de acordo com a vontade boa, perfeita e agradável de Deus e aceitar a soberania de Deus em relação às respostas das orações.


INTRODUÇÃO

A Bíblia nos instrui a orar, mas não do jeito que queremos, pois, conforme destaca Tiago em sua Epístola, “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites” (Tg. 4.3). A fim de orar com sabedoria, estudaremos, na lição de hoje, sobre a oração de acordo com a vontade de Deus. Inicialmente, analisaremos a vontade de Deus na Bíblia, em seguida, refletiremos a respeito de oração que foram ou não respondidas pelo Senhor.

1. A VONTADE DE DEUS NA BÍBLIA

Em Rm. 12.1,2, Paulo admoesta aos cristãos de Roma a não se conformarem com o mundo, antes a experimentarem a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. A vontade de Deus, na Bíblia, não é apenas um capricho, mas o interesse do Senhor no crescimento espiritual do crente. Por isso, Jesus ensinou a seus discípulos que Deus responderia a oração daqueles que guardassem e praticassem a Sua palavra (Jo. 15.7; I Jo. 3.22). A princípio, precisamos compreender a vontade geral de Deus, pois, de acordo com o Apóstolo, a vontade de Deus, desde a criação, foi enviar Seu Filho, Jesus Cristo, ao mundo a fim de trazer a humanidade perdida de volta a Ele (Ef. 1.4-5,9-11;2.15-16; 3.3-12). Portanto, em oração, devemos nos coadunar aos desígnios de Deus, nossa vontade, conforme revelou Jesus no Pai-Nosso, deva estar submissa à vontade de Deus (Mt. 6.10). Na verdade, Jesus é o crivo da vontade de Deus, pois Ele mesmo afirmou em Jo. 7.17 “Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo”. Precisamos também reconhecer que há uma propensão humana para fugir da vontade de Deus (Rm. 8.5-8). Por outro lado, depois de recebemos a Cristo, passamos a ter uma nova natureza, direcionada à vontade de Deus, e que sabe que Ele sempre deseja o que há de melhor para nós, ainda que essa seja contrária a nossa vontade.

2. QUANDO DEUS NÃO RESPONDE

Em Sua soberania, Deus pode dizer “não” as nossas orações. As razões podem ser: orações egoístas, que buscam não a vontade de Deus, mas interesses meramente pessoais (Tg. 4.3). Deus também não responde orações que visam apenas honrarias humanas, posições sociais (Mt. 20.17-28). O Senhor também não responde orações hipócritas, de pessoas fingidas, que não têm compromisso genuíno com o reino de Deus (Mt. 6.5,6). Mas nem sempre a resposta de Deus às orações é negativa, algumas vezes Ele apenas silencia, e nos induz a esperar pela resposta, por isso, o Salmista nos orienta a esperar com paciência no Senhor (Sl. 40.1). Quando não esperamos, e nos adiantamos, as conseqüências podem ser drásticas, tal como ocorreu com Abraão e Sara (Gn. 16.1,2). Mas nem sempre a resposta negativa de Deus é decorrente dos nossos erros, na verdade, serve como um corretivo, a fim de que não nos gloriemos em nós mesmos, mas no Senhor, por isso, como aconteceu com Paulo, é bem possível que precisemos nos conformar à graça de Deus, e saber que o Seu poder se aperfeiçoa na fraqueza (I Co. 12.7-9). Deus é soberano, Ele sabe o que faz, algumas vezes seu “não” é definitivo, tal como fez com Moisés (Dt. 3.26), mas a menos que a vontade de Deus esteja expressa na Bíblia, podemos, como nos ensinou o Senhor, continuar insistindo em oração (Lc. 11.5-10).

3. QUANDO DEUS RESPONDE

A resposta de Deus às orações, consoante ao que expusemos anteriormente, pode ser não ou espere, mas Deus também responde afirmativamente as orações dos crentes. Para tanto, é preciso que as nossas orações estejam em conformidade com a vontade dEle (I Jô. 5.14,15). Na Bíblia temos vários exemplos a esse respeito, destacamos, entre eles: a oração de Salomão (II Cr. 1.7-10), Elias (I Rs. 18.36-39) e Davi (Sl. 51.1-17). A maneira mais segura do cristão conhecer a vontade de Deus é meditando na Sua palavra. Se quisermos orar com sabedoria, devemos orar a partir dos propósitos de Deus revelados na Escritura. O cristão que não busca conhecer a Palavra de Deus está propenso a orar fora da Sua vontade. Sabemos inclusive que mesmo o “tudo” de Jo. 14.6 é relativo, e não absoluto. Devemos pedir, buscar, bater, orar sempre em nome de Jesus, mas Deus não será coagido pelos argumentos humanos, nem mesmo pela utilização indevida do nome de Seu Filho. A oração em nome de Jesus é aquela que tem a Sua autoridade, o Seu crivo, Sua assinatura. Se quisermos orar de fato em nome de Jesus, precisamos conhecer a vontade dEle, não apenas usar seu nome como um amuleto. Orar em nome de Jesus é mais do que colocar a expressão “em nome de Jesus” ao final da oração, é estar em consonância com seus interesses (Mt. 7.21; Mt. 21.31; Mc. 3.35).

CONCLUSÃO

O cristão deva orar sempre, nunca desistir, e sobretudo, acreditar que Deus responde as orações (Hb. 11.6). Por outro lado, deva buscar conhecer a vontade de Deus a fim de orar com sabedoria, sem fugir dos desígnios do Senhor (I Jo. 5.14,15). Devemos também estar preparados para ouvir o “não” de Deus e também a esperar quando a resposta demorar a chegar. Em tudo, estejamos debaixo da soberania de Deus, saibamos que nem sempre nossos pensamentos são iguais aos pensamentos dEle (Is. 55.8,9) e que Ele é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos (Ef. 3.20,21).


Escrito por: Pb. José Roberto A. Barbosa

 
BIBLIOGRAFIA

BRANDT, R. L; BICKET, Z. J. Teologia bíblica da oração. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

SOUZA, E. A. Guia básico da oração. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
 
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Mensagens que edificam - Pr. Waldemir Farias - Rute

Mensagem ministrada pelo Pr. Waldemir Farias

Título da mensagem - RUTE



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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

29º Congresso de Jovens - Templo Central

Mensagens que foram ministradas no 29º Congresso de Jovens


18/11/2010

19/11/2010
Triunfando sobre o pecado -  Pr. Albérico Inácio

20/11/2010
Triunfando diante dos desafios da vida cristã
Triunfando sobre a carne

21/11/2010
O triunfo da obra missionária
Triunfantes em Deus

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Assembléia de Deus Águas Compridas 1

Assembléia de Deus Águas Compridas 1

Mapa Assembléia de Deus - Aguas Compridas 1